Memorial Vale da Saudade

Finitude

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O que fazer quando o medo atrapalhar o recomeço

Já ouviu a frase: “E se der medo, vai com medo mesmo”? O que você pensa a respeito dessa frase? Hoje trago algumas considerações sobre os medos que podem permear o medo de recomeçar, além da tão falada hoje em dia, a “zona de conforto”.

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O papel da espiritualidade em cuidados paliativos

No episódio de hoje abordaremos os cuidados paliativos no final da vida. Desmistificaremos o equívoco popular de sua importância somente nas ultimas horas de vida do paciente. Também falaremos sobre a aceitação da morte como parte da vida, opções de tratamentos, formas de aliviar o sofrimento e o que fazer quando o paciente morre.

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Costurando meu autoconhecimento para o recomeço

De acordo com o Dicionário Online de Português recomeço quer dizer: “Novo começo; ação de começar novamente”. Mas será que conseguimos dar um sentido mais poético à essa definição? Hoje trago um pouco da minha própria experiência com os recomeços e te convido a pensar sobre os seus.

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Como lidar com a morte em cuidados paliativos

No episódio de hoje abordaremos os cuidados paliativos no final da vida. Desmistificaremos o equívoco popular de sua importância somente nas ultimas horas de vida do paciente. Também falaremos sobre a aceitação da morte como parte da vida, opções de tratamentos, formas de aliviar o sofrimento e o que fazer quando o paciente morre.

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Reflexões sobre recomeços

De acordo com o Dicionário Online de Português recomeço quer dizer: “Novo começo; ação de começar novamente”. Mas será que conseguimos dar um sentido mais poético à essa definição? Hoje trago um pouco da minha própria experiência com os recomeços e te convido a pensar sobre os seus.

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Entendendo os princípios dos cuidados paliativos

Neste episódio, exploraremos os princípios em cuidados paliativos, suas principais características, os aspectos psicológicos, sociais e espirituais. Abordaremos também os aspectos da comunicação durante o processo de tomada de decisões.

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Carta aberta àqueles que perderam um ente querido pelo feminicídio

Ao longo dos episódios desse mês pudemos compreender um pouco mais da vivência do luto pelo feminicídio. Uma dor dilacerante e que não há remédio no mundo capaz de sanar. Mergulhamos na compreensão da injustiça, da revolta e da saudade de ter uma mulher arrancada de sua própria vida. O último episódio dessa série é uma carta aberta a todos que passam por essa dor. Um pouco de nosso acolhimento, respeito e sopro de esperança.

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“Você não tem culpa”

O Brasil é o 5 país que mais mata mulheres, lugar onde a cada 3 minutos, uma mulher é assassinada e que 90% dos crimes são cometidos por homens que tiveram algum envolvimento afetivo com a vítima. (Dadoss do Instituto de pesquisa econômica aplicada – Fórum Brasileiro de segurança pública, datafolha). Só esses dados já é uma expressão alarmante e de revolta. Imagine ter um familiar que faz parte desses números e que muitas vezes precisa se provar como “não merecedora do crime cruel”. O feminicídio por si é revoltante e expressa uma sociedade misógina e que menospreza a condição feminina.

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Quando uma vida é interrompida pelo feminicídio

Neste episódio, discutiremos aspectos relacionados ao luto devido ao feminicídio. Perder alguém para a morte é sempre uma experiência confusa e desafiadora, mas quando uma vida que é tirada, esse processo pode ser ainda mais árduo. A perda pelo feminicídio envolve questões criminais que muitas das vezes se arrastam por anos, além do sentimento de injustiça que perdura.

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Compreendendo o feminicídio e as implicações emocionais

Falar sobre feminicídio é um assunto sempre doloroso, no entanto, é urgente a necessidade de trazer cada vez mais a discussão e visibilidade a esses casos. Neste episódio introdutório, falaremos um pouco sobre o que é feminicídio, suas principais características. Também abordaremos as consequências emocionais e psicológicas que a perda de um ente querido para o feminicídio pode trazer para as famílias e comunidades

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Kit pessoal de primeiros socorros do luto

Quando a morte chega, ela é inevitável! queremos claramente negá-la, queremos nos revoltar e, de forma alguma aceitar o que acontece. Continua a ser inacreditável a perda. Porém, diante dessa briga em que sabemos que não temos chances de ganhar, o que nos resta é buscar formas de enfrentar, de viver com a saudade.

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Quando meu familiar morre pelo câncer

Por mais que haja o melhor cuidado do mundo, nem sempre será possível a cura. E isso, não é perder batalha nenhuma, Isso é a vida acontecendo de suas diversas formas inexplicáveis e inesperadas. No episódio de hoje, vamos falar sobre o luto após a perda de uma pessoa querida por um câncer, e se você é uma dessas pessoas, nós sentimentos muito por isso!

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Os lutos diante de um familiar em tratamento pelo câncer

No episódio anterior falamos um pouco sobre o diagnóstico de um câncer e como isso pode impactar tanto a vida de quem é diagnosticado quanto a vida de um familiar, amigos. Hoje, falaremos mais especificamente sobre os lutos nesse processo que o familiar pode passar, iremos conceituar luto antecipatório e compreender um pouco mais como lidar com ele de forma mais auto compassiva

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Lidando com a descoberta do diagnóstico do câncer

Iniciando uma nova série de episódios e nesse mês abordaremos sobre luto e perdas pelo câncer. No primeiro episódio irei falar um pouco sobre como é lidar com o diagnóstico de um ente querido com câncer e como esse momento impacta a vida da família como um todo. Você vai ouvir sobre algumas emoções que podem surgir nesse momento e outras reações relacionadas as perdas e lutos diante de um diagnóstico que ameace a vida.

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Ajudando alguém em luto a se cuidar

No episódio passado entendemos um pouco sobre os níveis de intervenção no luto e um pouco de como contribuir. Hoje, vamos aprender um pouco mais sobre como oferecer suporte ao enlutado, de forma prática e de poder, dessa forma, contribuir para o cuidado de sua saúde mental diante da perda.

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Os níveis de cuidado no luto

O luto precisa ser cuidado. E esse cuidado se dará em diversos formatos que não apenas uma psicoterapia. Diante disso, vamos conhecer um pouco no episódio de hoje os níveis de intervenção, de cuidado ao luto e como podemos estar contribuindo no acolhimento e cuidado aos nossos enlutados, ainda que não sejamos profissionais especializados em luto. Vem ouvir o episódio de hoje e refletir como você pode contribuir nesse cuidado!

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O Transtorno do luto prolongado

No episódio de hoje abordaremos o luto prolongado e suas consequências para a saúde mental. Mais especificamente, discutiremos a persistência das reações de luto agudo e o fato dele poder levar ao desenvolvimento de outros transtornos e doenças impactantes na vida da pessoa enlutada. Apontarei a importância de ajuda profissional nesses casos e a necessidade de uma avaliação cuidadosa para a identificação e intervenção no luto prolongado

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As fases do luto e seus impactos

Neste episódio, exploraremos os estágios do luto, como negação, raiva, barganha, depressão e aceitação, e discutiremos como a padronização na vivência do luto pode ser um problema para os enlutados, salientando a individualidade na vivência e expressões do luto. Abordaremos também estratégias de autocuidado e a importância de buscar o apoio adequado nesse processo.

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O fim de ano em luto

Você que está em luto por m grande amor, precisa ouvir essas palavras, independente do tempo de perda

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Breve reflexão sobre o tempo

O fim de ano é marcado por um fechamento de ciclo e inicio de outro e esse momento pode fazer com que você repense a vida, questione e se sinta inadequado quanto ao seu luto. Mas vim lembrar a você, brevemente, da importância de sim, cuidar de você nesse momento e realizar sua viagem interna para se auto acolher.

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Cuidados paliativos, morte e luto

Muitos associam cuidados paliativos a morte iminente. No entanto, essa forma de cuidar vai para além desse momento da existência. Ele é antes de tudo um compromisso com a vida, vida com qualidade apesar da doença. No entanto, fato é que a morte deve ser considerada e está em um dos princípios da filosofia paliativista, “reconhecer a morte como um processo natural”, “não adiar, nem adiantar a morte”. Sendo assim falar do assunto é de suma importância, afinal, o adoecimento coloca cada pessoa de frente com a finitude da vida. Nesse episódio vamos falar um pouco sobre esse assunto.

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Comunicação em cuidados paliativos

A comunicação em cuidados paliativos pode ser desafiadora para muitas pessoas; principalmente por associarem o cuidado paliativo ao fim de vida. E como sabemos, a morte tende a ser evitada de nossos discursos e reflexões. No entanto, se comunicar eficazmente nesse momento é crucial e importante, inclusive, para o processo de luto após a perda do ente querido. E mais que isso, para a qualidade do momento presente e do alinhamento com o plano de cuidados para a vida mais digna e autônoma possível das pessoas sob cuidados paliativos.

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Cuidados Paliativos é construção coletiva

Não se faz cuidados paliativos sozinho. Cuidados paliativos está atrelado ao cuidado integral de uma pessoa nas suas diversas dores, ou seja, nos mais diversos âmbitos de sua vida e para isso será necessário que uma equipe multidisciplinar realize esse cuidado. Cada um tem sua importância dentro da equipe e poderá contribuir para a construção do melhor plano de cuidado para o paciente em conjunto com seus familiares. Dê o play e venha conhecer um pouco mais sobre cuidados paliativos e essa construção coletiva. Forte abraço.

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Introdução sobre cuidados paliativos

No episódio de hoje, falaremos sobre as bases dos cuidados paliativos. Explicaremos o que são, qual a sua origem histórica e como eles surgiram como uma abordagem de cuidado voltada para a qualidade de vida de pacientes com doenças graves e ameaçadoras de vida. Vamos destacar a importância de oferecer suporte físico, emocional e espiritual para os pacientes e seus familiares.

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Morte é assunto para criança?

A infância tem um espaço de fantasias, alegrias e mundo mágico longe de qualquer resquício de dor, tristeza, sofrimento. Ao menos, é assim que ela é idealizada, não é mesmo? Porém, a realidade é que nem mesmo crianças estão isentas de passarem por perdas importantes e também de morrerem, de adoecerem. Diante dessa quebra do ideal e do real, devemos pôr em pauta a morte nos assuntos de crianças? nas brincadeiras? E se sim, elas também estão sujeitas, como abordar o assunto? No episódio de hoje falo um pouco sobre as peculiaridades dessa fase do desenvolvimento humano e como criar ou aproveitar as oportunidades para a inserção desse assunto tão delicado, mas necessário, desde a mais tenra idade.

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Perdas e Lutos gestacionais

No dia 15 de outubro é vivenciado um dia para lembrar, informar e desmistificar a vivência de perdas gestacionais, perinatais. Apesar de muitas famílias passarem por esse luto, ainda é uma vivência pouco reconhecida e respeitada. Não é incomum que a sociedade considere a medida do luto na medida e existência do caixão, o que leva a falas e crenças de que quem perde um filho antes dele nascer, sente menos ou não tem motivos para viver um luto. Diante disso, é importante considerar que o luto acontece não apenas pela morte concreta, biológica, mas também pelos sonhos, expectativas e por toda a vivência possível de passado, presente e futuro que se torna frustrada.

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Comparação no processo de luto

Nos comparamos de muitas formas a muitas coisas ao longo da vida. Por que no processo de luto seria diferente? a comparação parece nos trazer algum parâmetro para nos autoavaliar: será que o que sinto está certo? eu deveria estar fazendo diferente? Mas isso também pode te colocar em um lugar muito hostil para a sua própria experiência. Afinal, o luto é único, é particular a cada história. Aperte o play e venha ouvir um pouco sobre a comparação no processo de luto, as armadilhas de ceder a ela e a importância de se jogar no seu próprio caminho de luto. Forte abraço.

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Como anda sua qualidade de vida?

Para falar de qualidade de vida é necessário antes que você reflita sobre o que é a vida e o que é qualidade para você. Diante desse autoconhecimento, será possível direcionar seus dias e como tem buscado vivê-los. Qualidade de vida não é apenas estar no ápice, ou em pleno conforto. Qualidade de vida é também ser capaz de escolher as batalhas que irá lidar e de direcionar cada uma delas com autocompaixão e respeito a s

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Emoções nos grupos de enlutados pelo suicídio

Neste episódio te convidamos a refletir sobre os aspectos dos familiares de alguém que cometeu o suicídio. Existe um sentimento comum entre os que ficaram? Qual é o sentimento que o profissional que conduz um grupo de posvenção ao suicídio tem ao terminar os encontros? Há uma característica específica em uma mãe que perdeu o(a) filho(a) pelo suicídio? Essas e outras questões serão abordadas nesse episódio.

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[Luto] As perdas diante de uma doença

O papel da espiritualidade é muito importante na vida do ser humano em vários aspectos e eu diria que na problemática do luto ela pode ser de fundamental importância.

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O papel da espiritualidade no luto

O papel da espiritualidade é muito importante na vida do ser humano em vários aspectos e eu diria que na problemática do luto ela pode ser de fundamental importância.

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A vida é feita de sabor agridoce

Queremos sentir apenas o que é bom e agradável. Tudo bem, sem julgamentos! todos queremos. No entanto, é ilusão encarar a vida como sendo feita exclusivamente do que não nos causa desconforto. Nascemos no desconforto. Parir um filho não é confortável, assim como nascer também não, ambos doem. E da mesma forma, o luto também decorrerá nessa junção agridoce de fatores, em que ora mais agradável e palatável e em outros momentos nem tanto. O luto equivale a vida e, portanto, também será desagradável e ainda mais, pois uma parte passa a faltar. No entanto, as boas memórias continuam a reluzir.

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O luto se encerra?

O luto se encerra? Essa é uma pergunta muito comúm entre os enlutados. Vem com a gente entender o processo do luto, em que momentos ele se manifesta mais fortemente e entender como esse sentimento expressa nossa condição enquanto seres humanos.

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Setembro amarelo para quem fica – cuidado na pósvenção

O mês de setembro é considerado o mês de valorização a vida e prevenção ao suicídio. A ideia de um momento do ano para focar nesses assuntos, surgiu à partir da história de Mike Emme, um adolescente norteamericano de 17 anos, que foi bem conhecido por ser uma pessoa carinhosa, generosa e com grande paixão por carros antigos. Mike morreu em 1994, vítima de suicídio e sua família passou a realizar campanhas para que as pessoas próximas pudessem se sentirem à vontade em se abrirem emocionalmente e pedirem ajuda, a fim de evitar o mesmo fim que Mike teve. Um outro viés da campanha do setembro amarelo e que pouco é falado, é a posvenção, o cuidado a quem vive um luto por suicídio, principalmente por ser esse mês também, forte gatilho a quem passa por esse tipo de perda.

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“Você não está só”

Você já deve ter escutado essa frase e talvez conheça ou tenha ouvido falar do CVV (Centro de Valorização à Vida). Nesse episódio vamos falar sobre o papel do Memorial Vale da Saudade ao longo do ano em proporcionar apoio a pessoas enlutadas, o sentimento de estar sozinho(a), algumas estratégias para acolher e vamos refletir se podemos evitar ou não o suicídio por parte de quem amamos.

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Aprenda a descansar

Quantas vezes nos vemos precisando nadar em alto mar, mesmo estando esgotados? e você não pode deixar de nadar, pois se não se afoga. Essa a realidade de muitos em nossa sociedade, onde temos tantas demandas a administrar, tantas perdas e rotas a serem redirecionadas. No episódio de hoje, quero ajudar você com uma metáfora que possa te auxiliar no entendimento de aprender a descansar ao invés de desistir e se afogar. Falo aqui sobre a habilidade de boiar. Você sabe boiar? se sabe, então deve entender que para boiar é preciso confiar e descansar, ao invés de uma grande habilidade em nado. Se ainda não sabe, aperte o play e venha entender umm pouco mais sobre como aprender a boiar pode te ajudar a descansar, mesmo que em meio a tantos acontecimentos da vida.

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Os sentimentos mais comuns entre os enlutados pelo Suicídio

Você já se perguntou quais são os sentimentos que os enlutados pelo suicídio costuman ter? Como podemos perceber melhor o outro? Existe algum dado com relação ao gênero e o suicídio? Esses e outros assusntos serão abordados nesse episódio.

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O impacto de datas comemorativas na vida do enlutado

Para quem vive um luto as datas comemorativas chegam antes. Inicia com um misto de emoções que vão de uma mescla de ansiedades.

“Como será passar essa data sem você?”

“O que deveria fazer nesse dia?”

“Como estarei me sentindo?”

As indagações são inúmeras, afinal, cada novo momento sem essa pessoa é uma nova realidade que se apresenta a você.

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“Homens não choram” – um pouco sobre o luto do homem

Você já deve ter ouvido que “homens não choram”, devem ser o suporte, o esteio e mantenedor. Falas como essas evidenciam uma educação que busca colocar o homem como uma fortaleza resolvedora de problemas (sem se emocionar) e os afasta cada vez mais dessa função psicológica essencial para nos direcionar na vida. No luto, esses mesmos homens tenderão a negar como se sentem, e a expressar ainda menos e isso pode trazer e traz (pesquisas apontam isso) prejuízos a sua saúde e também vivência de processo de luto. No episódio de hoje, vamos discorrer um pouco sobre como nossa sociedade lida com a vivência emocional dos homens e, consequentemente, como isso impacta em sua saúde e vivência de perdas.

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A Complexidade do Suicídio

É por isso que na maioria das vezes quando as pessoas querem entender o que aconteceu, elas vão fazer julgamentos absolutamente superficiais e equivocados, como eu já ilustrei. O fato de alguém cometer suicídio porque tirou o notas baixas não explica o ato suicido em si, isso é o final do filme. Parece que foi esse último impulso, o último empurrão, mas não é só isso, a gente tem que ver todo o contexto que leva isso e isso a maioria esmagadora das pessoas não vai conseguir entender mal e mal as pessoas que convivem com quem cometeu suicídio e entendem.

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O Luto de pessoas que perderam familiares pelo suicídio

Você provavelmente deve ter vivido processos de luto em relação a perda de um PET querido. Hoje vamos falar sobre as reações que temos diante dessas formas de perda. Iremos destacar similaridades e diferenças que existem quando perdemos pessoas e PETs.

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Ansiedade no processo do Luto

Por que me sinto ansioso após minha perda? A ansiedade pode estar presente no luto de forma intensa, principalmente se você já tinha questões com ela antes da perda. Ou seja, o luto pode intensificá-la. Nessa live, a Psicóloga Isadora Mattos traz algumas explicações e orientações sobre ansiedade no processo de luto. A ansiedade é comum de acontecer de intensificar após experiências traumáticas, sendo acionada diante de eventos gatilhos. Mas, ela também tem uma importância na nossa história de evolução. Diante disso, como ela se apresenta no luto? como observar e cuidar?

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Histórias de Luto, Amor e Saudade

Todo luto envolve uma história de amor, de dor, de vida vivida e de saudade. Nessa Live, o Psicólogo Erasmo Ruiz convesa com Glória e Maisa, duas mulheres com grandes lições e percepções do percurso de suas vidas e do luto que ainda vivenciam. Entender o percurso que cada pessoa vivencia no transcorrer do luto pode ajudar a quem passa pela dor pela primeira vez.

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O tabu da Morte

Existem normas rígidas em todas as sociedades que, quando quebradas, determinam punições aos indivíduos e grupos. Estamos nos referindo aos tabus que nos remete ao que é rigidamente proibido. A maioria dos estudiosos concordam em afirmar que um dos grandes tabus da nossa sociedade contemporânea está relacionado à morte. Por que isso acontece? O quanto podemos ser prejudicados por não termos maior liberdade em discutir aspectos existenciais sobre a morte e o morrer?

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Yoga como possibilidade de Autocuidado no Luto

O autocuidado no processo do luto é um desafio e ao mesmo tempo é extremamente necessário para seu processo ????. Pensando nisso, convidamos Luciana Villa Verde Castilhos para um bate papo sobre uma forma de se cuidar em seu luto. Ela é Psicóloga com estudos voltados ao atendimento de pessoas enlutadas, pratica yoga a cerca de dois anos e encontra nas posturas e nos estudos conforto e compreensão de seu processo de luto.

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O que é autoconhecimento e qual o papel dele nos seus lutos

Você realmente se conhece? sabe seus gostos? dissabores? o medo mais profundo e a defesa mais ativa com a vida? essas perguntas devíamos nos fazer de tempos em tempos, afinal, a mudança é a única permanência da vida. Sua identidade se modifica à medida que você experiencia e nno luto, com a perda, ela também passará por profundas mudanças. Não à toa, muitas pessoas enlutadas dizem já não se reconhecer mais. E isso pe fato: você não é mais a mesma. Com isso, o autoconhecimento no processo de luto se torna essencial, você precisará voltar a responder indagações sobre você, precisará testar novas vivências para saber se ainda faz sentido e nesse movimento de tentativas conhecer a si através dessas perdas. Aperte o play e venha ver se faz sentido a você. Forte abraço.

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Mensagem de Dia dos Pais

Para quem passa pela perda do pai. Para todos aqueles que não tiveram um pai presente. E para todos que perderam a idealização de um pai. As datas comemorativas referem a marcos sociais que nem sempre fazem parte da vida de todos, e isso pode te colocar em um lugar de não pertencimento, de estranhamento e juntamente ao acesso as propagandas, comerciais e fotos nas redes sociais, você pode se pegar vivendo esses momentos como

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Cuidar de seus lutos é cuidar da vida

Desde que chegamos aqui, passamos por perdas. Essas perdas são das mais diversas e acontecem ao longo da vida, sejam elas normativas do nosso curso natural ou mesmo as mais inesperadas, como a morte de uma pessoa que amamos. Cada luto carrega em si uma série de perdas e cada uma delas falam de uma falta. Se bem pensarmos, esse é o movimento da vida, ganhar, perder, se adaptar… Por isso que o cuidado com essas faltas é cuidar da vida, é conhecer suas afetações e redirecionar o rumo sempre que necessário.

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O Luto Pelos Nossos Animais Queridos

Você provavelmente deve ter vivido processos de luto em relação a perda de um PET querido. Hoje vamos falar sobre as reações que temos diante dessas formas de perda. Iremos destacar similaridades e diferenças que existem quando perdemos pessoas e PETs.

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Como lidar com o Luto e as datas comemorativas?

Para quem vive um luto as datas comemorativas chegam antes. Inicia com um misto de emoções que vão de uma mescla de ansiedades.

“Como será passar essa data sem você?”

“O que deveria fazer nesse dia?”

“Como estarei me sentindo?”

As indagações são inúmeras, afinal, cada novo momento sem essa pessoa é uma nova realidade que se apresenta a você.

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As cinco dimensões do Luto

O luto afeta a vida por inteiro, desde o campo emocional, até o físico. Nesse encontro iremos falar sobre as 5 dimensões do luto e como ele pode impactar:
• Físico • Social • Cognitivo • Emocional • Espiritual

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Educação para a Morte

Todos podem concluir com facilidade que a educação é algo muito importante. Fundamentalmente, ela nos prepara para lidar com as necessidades práticas da vida e nos instrumentaliza com níveis de conhecimento que permitem construir sentidos para nossos projetos de existência.

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Transtornos mentais e ansiedade, andam juntos?

A experiência do luto é cansativa, exaustiva. Você passa horas do dia pensando em como poderia ser e os motivos de esar acontecendo isso com você e com quem você perdeu. Portanto, se permitir tirar “folgas’ no luto pode te auxiliar ainda mais nesse processo. Tirar essa folga, não é esquecer; não tem como esquecer de quem foi tão presente e continua sendo.

Essa permissão perpassa a necessidade de novas experiências e tentativas ao longo do luto. E é sobre isso que falaremos no episódio de hoje.

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Os últimos desejos

Neste episódio discutiremos a importância da realização dos últimos desejos de alguém que esteja muito próximo de morrer. Acreditamos que você talvez nunca tenha pensado nisso. Vamos demonstrar que garantir a realização dos últimos desejos, entre muitas coisas, é um ato de amor.

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O futuro do acolhimento, Inteligência Artifical e Emoções

A experiência do luto é cansativa, exaustiva. Você passa horas do dia pensando em como poderia ser e os motivos de esar acontecendo isso com você e com quem você perdeu. Portanto, se permitir tirar “folgas’ no luto pode te auxiliar ainda mais nesse processo. Tirar essa folga, não é esquecer; não tem como esquecer de quem foi tão presente e continua sendo.

Essa permissão perpassa a necessidade de novas experiências e tentativas ao longo do luto. E é sobre isso que falaremos no episódio de hoje.

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Você pode tirar “descansos” de seu luto

A experiência do luto é cansativa, exaustiva. Você passa horas do dia pensando em como poderia ser e os motivos de esar acontecendo isso com você e com quem você perdeu. Portanto, se permitir tirar “folgas’ no luto pode te auxiliar ainda mais nesse processo. Tirar essa folga, não é esquecer; não tem como esquecer de quem foi tão presente e continua sendo.

Essa permissão perpassa a necessidade de novas experiências e tentativas ao longo do luto. E é sobre isso que falaremos no episódio de hoje.

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A Inteligência Artificial e o lidar com o luto

Inteligência Artificial (IA). Você sabia que seria possível utilizar a IA como instrumento nas psicoterapias que buscam intervir em processos de luto? A IA coloca a possibilidade de “conversarmos” com nossos mortos queridos, mas isso seria eticamente correto? Não poderia trazer maiores riscos de sofrimento psicológico? Ou então novas formas de alienação da realidade?

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Ritos fúnebres e impacto no processo de luto

Os rituais têm um papel fundamental em nossa forma de viver. Desde que o mundo é mundo, tendemos a sinalizar as mudanças através de ritos. Datas comemorativas, passagem de um ano para o outro, aniversários, casamento, entrada e saída na universidade. Desse modo, por que deveria ser diferente em relação a morte? Poder ritualizar dá a oportunidade de tornar um pouco mais real a nova vida a ser vivida após uma perda e a forma como os rituais acontecem e até a ausência deles podem trazer impactos significativos na vivência do processo de luto.

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O que você espera das pessoas que estão morrendo?

Você já parou para pensar que a vida pode ser uma viagem? Pois vamos juntos nessa estrada explorar essa ideia. O que será que devemos fazer para que essa viagem seja boa? Teremos contratempos. E o fim, como será?

Ouça o episódio de hoje para planejar sua viagem.

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A Viagem

Você já parou para pensar que a vida pode ser uma viagem? Pois vamos juntos nessa estrada explorar essa ideia. O que será que devemos fazer para que essa viagem seja boa? Teremos contratempos. E o fim, como será?

Ouça o episódio de hoje para planejar sua viagem.

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A morte e o sentido da vida

Nós lidamos com a morte o tempo todo. Vemos a morte dos outros que aparece para nós como números. Infelizmente também temos de lidar com a morte de pessoas que amamos. Mas, o que será que sentimos quando temos que lidar com a nossa própria morte quando nossa vida é ameaçada? Vamos compartilhar com vocês uma experiência pessoal onde olhamos diretamente para a morte e ela estava viva.

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No luto, não existe “melhora”

Queremos fugir de tudo que dói; isso é uma reação natural do ser humano. Suportar a dor não é uma experiência agradável, imagine no luto em que não temos a garantia de como será sem essa pessoa perdida? Então, você vai desejar “melhorar”, você irá em busca dessa “melhora”, mas cabe perceber aqui e se questionar sobre “qual melhora é essa que você espera viver no luto?”, afinal, o que é se sentir melhor diante dessa nova realidade?

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Eutanásia, distanásia e ortotanásia

Enquanto a eutanásia envolve a intenção de provocar a morte de um paciente para aliviar seu sofrimento, a distanásia envolve o prolongamento desnecessário da vida, e a ortotanásia envolve o respeito à vontade do paciente e a adoção de cuidados paliativos para garantir uma morte digna e sem sofriment

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Vida após a morte, o que explica a ciência e as diferentes religiões sobre a vida após a morte

A questão da vida após a morte é um tema complexo e controverso, que envolve diversas áreas do conhecimento, incluindo a filosofia, a religião e a ciência. Do ponto de vista biológico, a morte é definida como a cessação irreversível das funções vitais do organismo, como a respiração, a circulação sanguínea e a atividade cerebral. Embora haja relatos de experiências de quase-morte, visões ou sensações relatadas por algumas pessoas que passaram por paradas cardíacas ou outras situações de risco de vida, não há evidências científicas que possam comprovar que essas experiências sejam realmente relacionadas a uma vida após a morte ou a um estado de consciência independente do corpo.

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O luto te entrega uma nova lente para olhar a vida

Ao perder quem amamos, uma perda tão grande, o mundo já não é mais o mesmo, aliás, a forma como você passa a enxergá-lo, também muda. Você recebe uma lente nova, que fará essa mediação entre você e o mundo novo que se apresenta. Nesse episódio, é apresentado uma reflexão sobre você e esse olhar que pode ter diferentes facetas; as cores podem se tornam cinzas, questionamentos de sua história também passam a acontecer conforme você olha seu passado à partir do ponto atual de sua vida.

Pode ser muito difícil enchergar com essa lente; você pode ter seus passos confundidos e se sentir perdida. Mas a lente do luto também amplia sua visão para detalhes que eram imperceptíveis. Desse momento em diante, a vida já não tem o mesmo sentido de antes.

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Quais as 7 fases do luto?

As 7 fases do luto podem nos ajudar a entender melhor nossa dor porque elas descrevem uma série de emoções e comportamentos que são comuns durante o processo de luto. Saber que outras pessoas passaram por experiências semelhantes pode ser reconfortante. Além disso, entender que a dor do luto é um processo pode nos ajudar a ser mais pacientes e gentis conosco mesmos e com os outros. Isso pode nos ajudar a processar nossos sentimentos e a encontrar maneiras saudáveis ​​de lidar com a perda.

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Por que o Luto dura 7 dias?

O luto de sete dias é uma tradição cultural comum em muitas culturas e religiões, mas não há uma razão científica para essa duração específica. No entanto, é importante lembrar que o processo de luto é único para cada pessoa e que não há um período fixo para superá-lo. O importante é permitir-se sentir as emoções e buscar o apoio necessário para lidar com a dor da perda.

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Dia Internacional da Viúva – precisamos falar dessa data

Muito falamos de luto associando a morte de pessoas queridas. Mas e quando o luto vem sem que esse fato tenha acontecido. Será isso possível? De forma ampla, o luto está intimamente ligado a um apego, não esse apego de forma leiga que ouvimos, ou seja, não tem uma conotação de algo ruim, codependente. Mas sim de um apego que desde a nossa infância vamos aprendendo com nossos cuidadores. Isso vai nos organizar da nossa forma de nos vincular e consequentemente desvincular.

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A perda de nosso cônjuge no processo de luto

A perda do cônjuge pode ser uma das experiências mais difíceis e dolorosas que uma pessoa pode enfrentar na vida. Quando o marido ou esposa morre, o enlutado pode enfrentar vários desafios emocionais, psicológicos e práticos.

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A vida em turbulência

Nós lidamos com a morte o tempo todo. Vemos a morte dos outros que aparece para nós como números. Infelizmente também temos de lidar com a morte de pessoas que amamos. Mas, o que será que sentimos quando temos que lidar com a nossa própria morte quando nossa vida é ameaçada? Vamos compartilhar com vocês uma experiência pessoal onde olhamos diretamente para a morte e ela estava viva.

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O que é um luto complicado?

O luto complicado é uma condição que exige atenção e cuidados especiais, pois pode interferir na vida da pessoa de forma significativa. É importante buscar ajuda profissional para lidar com essa situação e superar a perda de forma saudável e positiva.

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O que é o Luto e quais suas fases?

O luto é uma reação natural de tristeza e sofrimento emocional que ocorre após uma perda significativa, como a morte de uma pessoa querida, o término de um relacionamento ou a perda de um emprego. É uma experiência individual e única, que varia de pessoa para pessoa e pode ter duração e intensidade diferentes.

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Existe luto por uma pessoa viva e outros lutos além da perda por morte?

Muito falamos de luto associando a morte de pessoas queridas. Mas e quando o luto vem sem que esse fato tenha acontecido. Será isso possível? De forma ampla, o luto está intimamente ligado a um apego, não esse apego de forma leiga que ouvimos, ou seja, não tem uma conotação de algo ruim, codependente. Mas sim de um apego que desde a nossa infância vamos aprendendo com nossos cuidadores. Isso vai nos organizar da nossa forma de nos vincular e consequentemente desvincular.

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30 frases de conforto para dizer para alguém que perdeu uma filha

Perder uma filha, não importa a idade, é uma das piores dores imagináveis.
Quando esse tipo de dor é vivenciado por seu amigo ou ente querido, é muito difícil não saber o que dizer para ajudar a aliviar o fardo. Ou talvez você mesmo esteja sentindo essa dor e esteja procurando algumas citações significativas para acalmar seu próprio coração.
Embora aliviar a dor de sua perda possa não ser uma tarefa simples, certamente vale a pena. Planejar algo adorável para dizer ou colocar em um cartão de condolências exige algum esforço e reflexão, mas seu apoio será sentido e apreciado.

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Falando da morte com outras pessoas

Até aqui você tem ouvido muitas coisas sobre a morte em nosso podcast. Eu espero que você tenha comecado lidar melhor com a morte. Entretanto, será que você poderia conversar sobre isso tudo com seus familiares, amigos, colegas de trabalho, enfim, conversar com qualquer pessoa que você quiser? Nesse episódio daremos algumas sugestões sobre como abordar o tema da morte. Você irá se surpreender como isso pode ser fácil.

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Luto e integração na vida

Ouvimos falar com muita frequência sobre superar o luto, mas será que isso é possível? sendo o luto o preço que pagamos por um forte vínculo, é possível passar por cima e seguir a vida dentro da perspectiva de superação? O luto é um processo natural que todos passamos em algum momento e que implica em adaptações forçadas que precisaremos realizar. Não é tarefa fácil.

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15 frases de conforto para dizer para alguém que perdeu um filho

O sentimento de perder é como ser arrancado de uma parte de si mesmo, deixando um vazio que nunca pode ser completamente preenchido. Uma simples palavra, um gesto de solidariedade, pode tocar o coração daqueles que estão passando por um luto tão doloroso. Uma mensagem de condolências sincera pode oferecer algum conforto e mostrar que não estão sozinhos em sua dor.

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O tempo

O tempo todo falamos sobre o tempo e mal temos tempo para perceber o que significa o tempo em nossas vidas. Já percebeu como lidamos com nossas existências como se o tempo fosse algo infinito? Mas, será que na verdade temos tempo para tudo que desejamos fazer? Existe alguma coisa que nos alerta sobre o real sentido do tempo em nossas vidas? Venha descobrir ouvindo o episódio desta semana no Thanatoscast.

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Cuidando das emoções no luto – Afinal o que é emoção e para que serve?

Ao longo do nosso processo de existência somos ensinados que demostrar emoção é sinal de fraqueza e que temos que evitar. Aprendemos que “meninos não choram”, que devemos “engolir o choro”, e agir sempre, sempre racionalmente. Mas as emoções elas servem para nos direcionar, elas apontam estados em nós mesmo e que podem nos ajudar a uma ação ou a outra. Toda emoção tem sua importância. Seja ela agradável ou não e até mesmo aquelas que mais consideramos “erradas de serem sentidas, como raiva, inveja…

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Por quanto tempo estarei de luto?

Todos queremos um prazo para que algo desagradável tenha um fim. A dor, a ausência, a saudade que aperta. E como encontrar esse limite dentro de um luto? o luto é um processo complexo e para a vida. Ele está intimamente conectado com sua história e com essa pessoa em sua vida (ou qualquer outro ser que você tenha perdido). Diante disso, luto é reorganização, é o processo que vai te permitir se adaptar a uma existência apesar da falta. Sendo assim, quanto tempo essa falta irá durar?

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Quando acendem uma vela na UTI

Nesse episódio vamos falar um pouco sobre a espiritualidade e sua importância no lidar com a morte, principalmente quando o momento da passagem se aproxima. Ilustraremos nossos argumento contando uns bela história sobre o acender uma vela na UTI.

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No luto até as idas ao supermercados são gatilhos

Quando se passa por uma grande perda a rotina se modifica. Ir ao supermercado pode representar uma série de gatilhos e gotas da realidade dessa perda. O conhecido que te perguntará se está bem (no momento que claramente não está), o setor em que você entrava apenas para pegar aqueles itens preferidos de sua pessoa, o passar as compras no caixa enquanto o outro reorganiza o carrinho… Ir ao supermercado já não é mais uma simples atualização de seus suprimentos. Nesse episódio vamos falar um pouco mais em como cada detalhe do dia pode ser tão potente em um processo de luto e está tudo bem você identificar e lidar com esses gatilhos.

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Quando as pessoas se envergonham por chorar

Hoje em dia parece cada vez mais difícil as pessoas expressarem publicamente as suas emoções. Mesmo em situações de perdas como aquelas representadas pela morte, as pessoas se sentem constrangidas como se isso fosse um gesto mal educado. Por que isso acontece? Será que não precisamos retomar a naturalidade sobre a expressão das emoções como ocorria no passado?

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Lidando com o luto no dia das mães

Uma mãe pode representar muitos papéis em uma única vida. A companheira, a melhor amiga, aquela que dá os conselhos mais sinceros e também a que corrige, ora e torce por você. Mãe é a origem! aquela que te dá o maior presente que alguém poderia ter: a vida. E ao precisar lidar com a ausência dessa figura tão importante ao longo da existência muitos desafios pordem surgir. Você pode sentir uma grande dificuldade de se adaptar a realidade sem ela e até perder um pouco do sentido e motivação para o que antes era tão bom. Dia de saudade da mãe é todo dia, mas é possível que nesse fim de semana ela aperte mais. E saiba que não existe uma fórmula para você fazer esse domingo acontecer, apenas DEIXE O DIA SER O DIA. Não se cobre e cuide de você na medida e importância do que for necessário para a sua conexão com ela.

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Para o ”Dia Das Mães”

Neste episódio vamos falar sobre o quanto é desafiador lidar com a morte trazendo um exemplo, uma história verídica que presenciei. Embora seja uma história triste, ela tem seu caráter lírico e poético ao mostrar a necessidade vital de podermos acolher as demandas de sentimentos intensos que brotam quando as perdas acontecem.

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Maio chegou com a saudade de você

Para quem vive um luto as datas comemorativas chegam antes. Inicia com um misto de emoções que vão de uma mescla de ansiedades. “Como será passar essa data sem você?”, “O que deveria fazer nesse dia?”, “Como estarei me sentindo?”. As indagações são inúmeras, afinal, cada novo momento sem essa pessoa é uma nova realidade que se apresenta a você. Com a chegada do mês de maio não seria diferente. O mês dedicado ás mães já começa a aparecer nas propagandas no fim de abril e nos anúncios felizes de pessoas cuja mãe está presente. A saudade bate muito antes de uma data específica e é sobre isso que esse episódio se trata: uma validação para esse misto de emoções que você tem sentido.

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Quando a morte é acalentada

Neste episódio vamos falar sobre o quanto é desafiador lidar com a morte trazendo um exemplo, uma história verídica que presenciei. Embora seja uma história triste, ela tem seu caráter lírico e poético ao mostrar a necessidade vital de podermos acolher as demandas de sentimentos intensos que brotam quando as perdas acontecem.

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Cuidando do Luto: Rede de apoio após a perda de um filho – possibilidades

Você que tem um familiar, amigo, conhecido enlutado e quer ser parte dessa rede de cuidado precisa também aprender sobre luto e cuidar de suas próprias emoções para não querer atropelar um processo que é do outro. Algumas formas de ofertar ajuda serão bem práticas nesse momento: auxiliar em burocracias, preparar algumas refeições, tornar o dia dessa pessoa menos sobrecarregado com a limpeza da casa; esses são alguns exemplos e além de todos eles, a ajuda sempre pode vir do ouvir atento e interessado (sem a necessidade de opiniar) sobre as histórias e as dores que essa pessoa possa vir a contar. Grupos de apoio e de acolhimento também são ajudas importantes para quem vive um luto; estar em um espaço em que as dores se conversam, pode proporcionar identificação e o sentimento bem precioso de não estar sozinho.

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14 frases de solidariedade para quem perdeu um pai e avô

Ao oferecer condolências de forma online, ou por que está assistindo a transmissão de uma velório online de alguém querido,  às vezes, você pode achar necessário oferecer solidariedade a várias gerações de uma família. Veja como formular tais mensagens.

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15 frases de solidariedade para um amigo que perdeu o pai

O pai de seu amigo provavelmente foi uma parte positiva de sua vida. Ele pode ter oferecido sabedoria durante os difíceis anos da adolescência ou ensinado seu amigo a andar de bicicleta quando criança. O que você pode dizer a um amigo próximo que perdeu uma pessoa tão importante?

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15 frases de solidariedade para quem perdeu o sogro

O que você diz ao oferecer condolências pela perda de um sogro? Claro, isso pode surgir se você conhece o sogro do falecido, mas não conhece os filhos. Aqui estão alguns exemplos de mensagens para escrever ou dizer a alguém nessa situação.

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Vida e Morte de mãos dadas

Vamos demonstrar que apesar da maioria das vezes pensarmos morte e vida como fenômenos opostos, na verdade parecem fazer parte de uma mesma totalidade a qual podemos chamar de existência. Convidamos você então a descobrir que nos momentos mais felizes da vida, podemos descobrir que seremos de alguma forma forçados a refletir sobre a morte. Assim, não fuja dessa reflexão pois refletir sobre a morte também é refletir sobre a vida.

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Luto parental – A história de Sheila e Guilherme

Luto parental é a perda de um filho, a dor inominável que atravessa a alma e muda o cenário da vida. E quando a causa da morte é o suicídio? um tabu grande em nossa sociedade que nos impede de falar sobre quem se foi e de cuidar de quem ficou. No episódio de hoje conheça a história da Sheila, mãe, que perdeu um de seus filhos, o Guilherme, aos 17 anos de idade, por suicídio, há aproximadamente 1 ano. O Gui, como a Sheila o chama, decidiu por fim a sua dor, ele estava passando por uma Depressão; sua saúde mental estava abalada. Após a perda, Sheila vem compartilhando sua dor e a saudade do filho em seu instagram e tem buscado cotidianamente falar mais sobre esses tabus a fim de poder levar um pouco de ajuda a quem se identifica com sua história. Aperte o play e vem acompanhar essa história.

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Poesia e Morte: o que nos ensina Manuel Bandeira?

Neste episódio voltamos para a poesia. Desta vez, para destacar a obra do grande poeta pernambucano Manuel Bandeira. Vivemos em uma sociedade que consagrou o tabu da morte como regulador da nossa relação com ela. Significa dizer que não nos sentimos a vontade de refletir sobre a morte em seu sentido existencial e pessoal. Ms, como todo tabu, existem formas para que possamos de alguma forma questionarmos e superarmos sua força.Vamos falar a respeito do poema “O Homem e a Morte” composto por Manuel Bandeira. Nele veremos que a morte pode ser pensada de outras formas do que estamos acostumados.

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Cuidando das memórias afetivas no seu luto

Nem tudo é perdido ao perder quem amamos. As memórias continuam tão vivas ou até mais vivas que antes. Lidar com essas memórias em um luto agudo, recém iniciado pode ser muito difícil, afinal, nossas memórias são permeadas por afetos, por emoções de momentos que foram, de alguma forma, marcantes e importantes para você (mesmo que não tivesse essa consciência quando a pessoa era viva). O luto nos entrega uma chave para portas de memórias e saudades e aprender a lidar e cuidar delas é essencial para seu processo. Cada pessoa terá sua forma de desenvolver esse cuidado; no episódio de hoje, você encontra algumas sugestões, como criar memorias, caixa de memórias (mochilas de memórias), datas dedicadas para essas memórias, cartas e soltura de balões, receitas favoritas e ensinadas por essa pessoa, dentre outras possibilidades.

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Luto parental – uma dor sem nome

A perda de um filho é uma vivência “vazia”, sem nome. Uma dor que só aqueles que passam, sabem da intensidade. O luto parental envolve inúmeras outras perdas: a de um futuro sonhado e permeado de expectativas. Podemos falar de perdas perinatais, gestacionais, neonatais e de filhos adultos; quantas perdas cabem em um luto?! Fato é que, o luto por um filho precisa ser cuidado e reconhecido, seja pelo suporte de uma rede de apoio presente, seja por um profissional e até mesmo grupos de acolhimento para esse contexto. Que todos, mães e pais de filhos que partiram possam se sentir acolhidos e cuidados; esse episódio é em reconhecimento a vocês.

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Alguns Livros que nos ensinam a morrer

Existem livros com histórias emocionantes onde a morte aparece em vários contextos. Na maioria das vezes, o acontecimento da morte tem como objetivo tensionar o enredo e torná-lo mais dinâmico como ocorrem nos romances de mistério. Outras vezes serve como apelo dramático que quse sempre nos levam às lágrimas. Mas raramente, existem livros que discutem a morte em seus aspectos existenciais. Nesse episódio iremos falar sobre isso, apresentando exemplos de livros que podem nos ajudar a ter uma dimensão diferente sobre a morte e que, talvez, ao encará-la de uma forma diferente, nos ajude a morrer melhor.

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Desmistificando algumas crenças sobre luto

Dia 01 de abril, considerado o Dia da Mentira, essa data remonta a França no século XVI e que traz inúmeras teorias de como teria surgido. Popularmente é um dia em que as pessoas se autorizam a pregar peças umas nas outras, no entanto, no episódio de hoje, a Psicóloga Isadora Mattos aproveitou para desmistificar alguns mitos sobre luto que tanto ouvimos em sociedade. Para iniciar, temos o grande mito de que o luto é vivido em fases e que, portanto, em algum momento, você chegará em uma aceitação plena sobre sua perda, não estando mais sujeito a sofrer ou passar pela dor do luto, porém, o luto é um processo oscilatório e que não se encaixa em padrões; cada qual tem sua própria vivência. Outro ponto importante discutido nesse episódio é a crença de que após sofrer eficazmente e de forma intensa pelo seu luto, você não mais sentirá por ela. Essa informação vai contra o processo natural do luto, que existe em ondas, trazendo diversas reações emocionais, físicas e também espirituais e sociais ao longo da vida.

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Aprendendo a morrer com Mario Quintana

Existem várias formas de se desenvolver uma arte de morrer, uma maneira de se preparar para a morte para que possamos buscar uma vida mais intensa e feliz. No episódio de hoje falaremos sobre a Poesia de Mário Quintana e com a ajuda de alguns de seus poemas vamos demonstrar que podemos pensar na morte não só como algo que nos cause medo, mas também nos ensine a buscar uma existência mais plena e feliz.

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Você quer morrer dormindo?

A maioria das pessoas tem a fantasia de morrer dormindo? O que existiria por trás dessa idealização? O que de fato perdemos se isso acontecer? Será que existiriam formas de se morrer onde pudéssemos encontrar mais paz e até contentamento? Você perceberá que existem mais coisas no desejo de morrer dormindo do que meramente não sentir dor ou sofrimento.

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Epitáfio: Faça o seu!

Você já ouviu a palavra “epitáfio? Sabe o seu significado? Vamos tentar demonstrar que o “epitáfio” vai além da famosa

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Morte e sentido da vida

Muitos já devem ter se perguntado: Qual é o sentido da vida? Inúmeras religiões e filosofias foram criadas para tentar

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Autocuidado: o que você precisa saber para começar a cuidar do seu processo de luto

Nesse aspecto é que o autocuidado precisa ser implementado e incentivado na vida de todos os enlutados. Cuidar dessas exigências do corpo é um cuidado primordial e que pode ser executado através do autocuidado. O autocuidado consiste em um conjunto de práticas e comportamentos feitos pela própria pessoa e que irão promover e também prevenir saúde.

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O Luto antecipatório e a importância de sua vivência

Ao falar em luto é comum associarmos à perda por morte. Além dos familiares e cuidadores, o paciente também vivencia seu próprio luto antecipatório. Na vivência do luto antecipatório é importante salientar que ele não é uma vivência adiantada de um luto que está por vir, mas, se constitui de um momento singular também dentro desse processo. Além disso, cada pessoa envolvida irá viver um luto diferente, que terá influência em vários aspectos, como o da relação cultivada com a pessoa paciente.

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Sobre despedidas

Hoje falamos sobre despedidas e lutos simbólicos, em primeira pessoa. E se quiser compartilhar com a gente, envia um email

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Mudanças acontecem

Nesse episódio, vamos conversar sobre os antigos e novos papéis que desempenhamos na vida e como esses papéis podem influenciar

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Tá tudo bem

Sabe aquela frase: “Tá tudo bem não estar tudo bem”?. É sobre ela que vamos falar hoje. Vem ouvir! E

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Nosso Destino

Sabemos como pode ser difícil falar sobre a morte, mas esse é um assunto que pode trazer reflexões muito importantes

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O que é o Luto?

O luto ainda é visto como tabu, e muitas vezes evitamos até falar sobre ele. O desconhecimento pode fazer com

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A criança e a Morte

Neste episódio vamos conversar um pouco sobre a forma como as criança veem a morte e destacar o quanto essa

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Receita para uma boa morte

Você já cozinhou alguma vez? Se você nunca fez determinado prato, manda o bom senso que você siga uma receita.

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Tabu da morte

Em alguns  momentos nos defrontamos com determinadas situações que nos apresentam aquilo que é proibido. Boa parte das vezes, somos

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49 frases de solidariedade para quem perdeu a mãe

Talvez a primeira coisa a lembrar seja que o que você diz pode não importar tanto quanto sua presença e disposição para ouvir. Dito isso, se você está procurando algo gentil para expressar o quanto sente pela perda deles , aqui estão alguns pontos de partida que você pode mudar para se adequar às suas circunstâncias.

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Coisas que não devem ser ditas quando alguém morre

Quando você vê um amigo sofrendo, sua primeira reação pode ser confortá-lo. Você quer dizer a coisa perfeita depois de uma morte e, honestamente, muitas pessoas têm dificuldade em encontrar as palavras certas. Você não precisa falar palavras lindas e ao mesmo tempo faalr muito. Nesse momento, mostrar a eles que você se importa é tudo o que eles realmente precisam.

Se você está procurando por onde começar, leia o texto. Você aprenderá sobre algumas alternativas a serem consideradas ao oferecer condolências.

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Como identificar o meu processo de Luto

O luto pode parecer doloroso, confuso e exaustivo às vezes. Embora a jornada de luto de cada pessoa seja diferente, muitas das perguntas são as mesmas. A auto-reflexão pode ajudá-lo a seguir em frente com sua dor.

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Sinais que indicam que estou em Sofrimento Emocional

Talvez você esteja tendo um “dia ruim” – ou talvez algumas semanas difíceis: sentindo-se deprimido, ansioso, estressado demais, como se estivesse a um passo da “última gota”. Estar de sentindo ansioso, triste ou com conflitos mentais não marca ninguém como tendo um problema psicológico porque, na verdade, essas qualidades são inerentes à espécie humana. O grande “q” da questão é a frequência com que você sente essa sensação de angústia, quão ruim ela fica e qual a sua durabilidade; é isso que pode ajudar a determinar a gravidade de sua situação.

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Finitude

Entender que somos instantes e contemplar nosso presente como uma dádiva ajuda a ter uma vida com maior significado. É

Morte e alegria

Morte e alegria

De certa forma poderíamos relacionar os festejos de los muertos com o nosso carnaval brasileiro com festividades acontecendo nas ruas e ambientes fechados. Os festejos mobilizam as pessoas por todo o mês de outubro alcançando seu ápice no dia 1 de novembro com a ida dos vivos aos cemitérios retribuindo a visita que tiveram dos mortos no dia anterior em suas casas. Nas padarias cestos em forma de caixão oferecem às pessoas os «pães dos mortos» , que pode ser um biscoito doce que é cozido de diferentes maneiras, desde simples formas redondas até crânios adornados com formas de osso feitas com o mesmo pão. As escolas reforçam as determinações culturais da festa nas crianças inserindo de forma viva a importância do dia de los muertos para a preservação das tradições, fruto do sincretismo entre a cultura asteca e hispânica.

Existe o Sentido da Vida

Existe o Sentido da Vida?

A morte não é uma brincadeira embora muitas crianças e adolescentes brinquem com ela o tempo todo. Durante milênios o homem cercou a morte com divindades e fábulas, mitos ancestrais que ofereciam na verdade um sentido à vida. Era comum morrer jovem ou viver no máximo até os 40 anos. Hoje estamos sobre o altar da ciência e brincamos algumas vezes de enganar a morte.

Eu mesmo estou fazendo isso agora. Milhões de pessoas já estariam mortas se não usassem da tecnologia e do conhecimento. Isso é simplesmente maravilhoso. Independente de crermos ou não em um porvir, a discussão da morte e da vida passa pela nossa liberdade em produzir sentidos para nossa existência que digam ao mundo quem somos, individual e coletivamente.

A existência é uma dádiva que não pode ser desperdiçada como se fôssemos um barco à deriva.

Morte e Infância

Morte e infância

A ideia de que a morte seja um acontecimento tão traumático que devemos proteger o máximo possível a infância de participar de seus rituais e outras exigências sociais e culturais é algo relativamente recente na história do ocidente. Num passado não tão distante as crianças participavam de todos os passos da morte. Existe uma farta iconografia mostrando desenhos e pinturas sobre a presença de crianças diante dos eventos relacionados a morte e ao morrer. Assim, não veem sentido em levar crianças para visitar moribundos, participarem de velórios ou visitarem túmulos.