Memorial Vale da Saudade

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Plano funerário Memorial Vale da Saudade

Livros que falam sobre o luto -Tudo bem não estar tudo bem, de Megan Devine

O livro “As Intermitências da Morte”, do escritor português Jose Saramago, realiza em sua narrativa o velho sonho de imortalidade que parece acalentar cada indivíduo. Repentinamente na virada do ano novo, as pessoas deixam de morrer. No começo isso parece ser maravilhoso, entretanto, deixam de morrer também os agonizantes nos hospitais. Empresas que trabalham com a morte deixam de aferir lucros iniciando uma grave crise econômica. Se percebe ao longo da narrativa que o grande sonho da imortalidade é na verdade um enorme pesadelo. Quando terminamos o livro somos forçados a refletir sobre a necessidade da presença da morte como uma das condições da existência

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A morte na Iiteratura – As Intermitências da Morte, de Jose Saramago

O livro “As Intermitências da Morte”, do escritor português Jose Saramago, realiza em sua narrativa o velho sonho de imortalidade que parece acalentar cada indivíduo. Repentinamente na virada do ano novo, as pessoas deixam de morrer. No começo isso parece ser maravilhoso, entretanto, deixam de morrer também os agonizantes nos hospitais. Empresas que trabalham com a morte deixam de aferir lucros iniciando uma grave crise econômica. Se percebe ao longo da narrativa que o grande sonho da imortalidade é na verdade um enorme pesadelo. Quando terminamos o livro somos forçados a refletir sobre a necessidade da presença da morte como uma das condições da existência

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Como vou sobreviver a partida de meu filho?

Relatada por muitos pais como sendo a maior dor do mundo, essa é uma vivência difícil e é necessário que cada um desenvolva suas próprias ferramentas para lidar com o luto da melhor forma possível. Então trouxemos algumas dicas que podem te ajudar nesse momento. Vem ouvir!

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A morte na Iiteratura – A Peste, de Albert Camus

Em “A Peste” Albert Camus produz um ensaio literário sobre sua filosofia do absurdo. Uma comunidade, que até então levava uma vida normal, é assolada por uma grave patologia que produz inúmeras mortes enquanto desagrega socialmente as pessoas que são pressionadas a assumirem decisões eticamente complexas. Qual é a resposta diante da morte coletiva e repentina? A destruição dos nossos valores ou a construção de ações que os afirmem na tentativa de oferecer sentido ao aparente absurdo da morte? Depois de termos vivido as dores da pandemia por covid-19, o romance pode ser extremamente esclarecedor sobre nossas atitudes e medos.